{20 de julho de 2026}
Aqui na minha kit, com um ar bem relista mesmo, já estavam todos os integrantes do Queen, menos o Freddie Mercury.
Eu estava já estabelecida como parte da banda, na função de cantora.
E nisso ficava que estaria vindo, de algum lugar, o Freddie Mercury e ele cantaria em dueto comigo na banda.
Era nebuloso de onde ele estaria vindo. Eu sentia alguma diferença entre ele e os outros queens, mas não ficava claro se essa diferença seria de que o Freddie estava morto e os demais não.
Mas ele estava vindo, e essa vinda, até mesmo acima desse sensacional detalhe de que ele me considerava boa cantora a ponto de me colocar na banda para cantar com ele, pois a banda ainda era algo do Freddie Mercury, aliás, um dos casos mais extremos de que a banda não poderia existir sem um dos integrantes, até os Beatles trocaram o baterista, acho, mas o Queen, mesmo todos os seus membros sendo feras, não existe sem o Mercury, e havia uma coisa muito, muito tênue, de que o motivo do retorno dele seria eu. Motivado pela minha capacidade como cantora é que ele havia se animado a retomar a banda.
Eu estava me sentindo o mais honrada e distinguida que um ser humano poderia se sentir. O Freddie Mercury.
Aí, claro, ficava fantasiando que ficariamos juntos e tals, mas isso era secundário. Eu era uma excelente cantora, pensava comigo. Um dos maiores cantores da história da humanidade acha isso e está vindo de longe, querendo cantar comigo. É quase como Jesus Cristo vindo tomar a benção com você.