
















































Sinto correntes de energia dentro de mim. Sempre tive essa capacidade, que pratico desde os 20 anos de forma consciente. Nunca encontrei em nenhuma literatura a descrição dessa capacidade, mas foi lendo “Mãos de Luz”, de Barbara Brennan, que pela primeira vez encontrei descrição do que eu conseguia verificar em mim mesma através dessa capacidade. Os Campos de Energia. Chakras. Talvez os meridianos da acupuntura, não tenho certeza.
Procuro não forçar nenhum encaixe das coisas que sinto com nomes ou explicações dessa linha de entendimento do ser humano. Algumas coisas, a maior parte delas, bate, outras não.
A dimensão energética do Ser Humano não é novidade e o Taoísmo já mapeava uma intrincadíssima rede de conexões energéticas dentro do indivíduo, há sei lá quantos mil anos atrás.
O que me difere é uma capacidade quase que tátil de sentir a corrente e até mesmo de trablhá-la conscientemente.
Essa capacidade foi sendo desenvolvida por mim boa parte da minha vida quase como uma espécie de “mania”, enquanto eu atendia ao que parecia ser as “as coisas importantes da vida”: estudos, carreira, relacionamentos.
Em 2008, por causa de uma dificuldade com a minha coluna, comecei a levar essa capacidade mais a sério e desenvolver práticas diárias que serviam para expandir meu contato com esses fluxos.
Desde então isso vem se colocando mais e mais como “a coisa importante da minha vida”.
Não tenho intenção e nem teria como provar nada a ninguém, mas acho impossível que somente eu tenha essa facilidade. Meu objetivo é apenas relatar.
Na minha experiência, somos uma complexa construção de correntes de energia que carregam ao mesmo tempo informações, emoções, experiências e potenciais, muito, muito, mas bota muito nisso, acima da capacidade mental humana de entendimento. O corpo físico, a vida física, seria como uma simplificação rasteira disso que não tem como ser captado com nenhum dos 5 sentidos tradicionais, a Energia Vital, ou a Alma, a não ser por exceções, como as pessoas que vêem auras ou tem essa mesma capacidade que eu tenho.
Dos vários aspectos que poderiam ser escolhidos para expor um pouco os resultados da minha experiência com essa capacidade, começo pelo estrutura energética da Energia Feminina, ou Energia Yin.
Não pretendo e nem tenho como ficar embasando tudo o que afirmo, mas já encontrei ressonância suficiente em algumas fontes.
A Energia Yin ou Energia Feminina corre pelo lado esquerdo do corpo.
Sou mulher, então todas essas colocações se referem a um organismo biologicamente feminino. Não faço idéia de como funcione para outros organismos. Essa questão fica em aberto.
A Energia Yin ou Feminina parece ter sua fonte principal em um ponto no limite da coluna, do lado esquerdo do cóccix. Ela sobe pela lateral esquerda da virilha e vai quicando em vários pontos que até hoje não tenho um mapa perfeito, mas um importante fica na lateral esquerda do umbigo. Esses pontos parecem pequenos laguinhos de energia. Não tem aquela sensação de vórtex que tem os chakras principais, mas esses laguinhos são como pequenos geradores e refinadores da energia, como se cada um deles acrescentasse ao fluxo suas vibrações particulares, quase como ingredientes de uma receita.
Desse ponto do umbigo, sinto a Energia subir para outro laguinho no meio do osso mais baixo da costela esquerda. De lá, ruma para outro laguinho na lateral esquerda do coração. Em seguida, para o ponto na lateral esquerda do pescoço na emenda do pescoço com o ombro. Chamo esse ponto de A Flor na Lapela, por causa das coisas que sinto quando esse ponto se abre para fora com seus raios, como uma flor. Desse ponto, o fluxo passa por trás da orelha esquerda, sobe pela lateral esquerda da cabeça e dai pelo topo esquerdo do crânio, se conectando com pelo menos um foco muito forte de energia que fica como que um metro acima da cabeça, mas do lado esquerdo. Chamo esse foco de A Grande Beleza no Alto. Esses nomes são particulares, e se referem a como eu experimento a ação desses pontos, mas a localização deles imagino que seja uma constante. É só ver as antigas ilustrações de Taoísmo para encontrar algo bem semelhante, fluxos e lagos de energia com esse tipo de nomes meio poéticos.












