NÃO CONSIGO PUXAR A PERNA DIREITA 

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{8 de fevereiro de 2026}

Paciente e abnegadamente aguardando que o Ponto Zero, anunciado no meu sonho acho que de dez anos atrás, como sendo "o que vai começar agora não tem nada a ver com nada do que veio antes", e que se não for isso de Satirn conjunct Neptun 0 graus Aries, jamais será, me tire desse estado de confusão sobre mim mesma.

Havia uma relação sexual com um homem não identificado, mas conhecido, mas... Nossa entendi esse trecho! O homem é atraente, a relação está sendo razoavelmente bem sucedida, eu sinto amor e atração por esse homem mas... o tempo todo, o tempo todo fico pensando: mss será que era om ele que eu deveria estar transando? Ou estou transando com ele só por ser ele que está aqui?

E é exatamente isso que eu sinto em relação às minhas atividades criativas. Em relação ao Trabalho Energético não. É exatamente o que eu devo fazer. Mas o trabalho criativo, essa transa é uma analogia perfeita. Eu gosto do meu trabalho criativo. Aliás venho gostando cada vez mais. A relação está sendo razoavelmente bem sucedida, com clímax, mas mada espetacular. E o yemo tofo eu fico na dúvida se era isso que eu deveria estar fazendo, se é isso a que eu devoe dedicar e me estabelecer. Leo King, apesar de ser insuportável de convencido, diz coisas que me ajudam e disse muito sabiamente: deixe que o Universo faça a poda dos galhos secos. E a moça ali que fez o forecast mais parecido com o que eu acredito ser o sentido dessa conjunção disse: se algo te inspira agora, faça o mais seriamente possivel. E minhas coisas tem me inspirado. Passada essa cena da transa, já um alojamento no qual estou hospedada com meu grupo, uns bangalôs num morro e a viagem encerra hoje e os organizadores dessa excursão tem que organizar a volta, ou seja, pegar cada grupo de cada bangalô, colocar na van, alocar as bagagens de cada um, e despachar cada van para o aeroporto. Essa parte do sonho foi turva, meio entrecortada, mas era basicamente essa a situação. Mesmo sabendo que essa operação de retirada era complexa e o melhor seria que eu dedicasse todo o meu dia a isso, para arrumar minha mala com calma, ver se não estava esquecendo nada, estar printa quando a equipe de organizadores começasse a colocar as pessoas na van, me informar sobre os detalhes do vôo, etc, ou seja, tinha bastante coisa para fazer, eu, de puro bode, resolvo ir na cidade dar um rolê. Aqui não era exatamente irresponsabilidade minha. Essa viagem até o momento tinha sido zero legal ara mim. Eu tinha ficado na cabana a parte do grupo, que me excluia. Estava acho que com minha roupa de criança, calça, aquele pulover com padrões geométricos, um com que estou numa foto, até bonito,ss para uma criança, e a ho que botinas. Na verdade essa minha atitude de ir na cidade é uma última e corajosa atitude, mesmo que meio revoltada, de tentar passar bons momentos nessa porcaria de viagem. Então vou até a cidade e me deixo envolver por coisas que, mesmo que ainda não fossem as mais divertidas do mundo, elo menos não eram os áridos preparativos para a volta. Eu percebo que estou deixando passar mais tempo do que seria sensato, mas somente depois de um certo tempo percebendo isso e não fazendo nada a respeito é que consigo me mobilizar para voltar para o bangalô. É um longo percurso de volta. Não menos que uns 4 km. Me vem uma insegurança sobre se wu conseguiria anda depressa 4 km de volta, no final da tarde, mas penso comigo que deveria confiar na minha intuição, e que se eu me achei com disposição de andar os 4 km de ida até a cidade, é porquê me sentia com energia para voltar. Minha energia sabe o que faz, penso

Mas mesmo tendo me reassegurado nesse ponto, acho que muito, muito provavelmente irei chegar depois da van ter partido. Seria deixada sozinha ali. Fico me planejando para isso. Se wu conseguisse entrar no bangalô, poderia passar a noite e amanhã vir novamente para a cidade com minha mala e pegar um ônibus até o aeroporto, algo assim. Mas não era eu que tinha a chave do bangalô. Esse plano era bom, mas o mais provável era que eu encontrasse o bangalô trancado pelos organizadores da excursão. Eu tenho essa atitude de não cultivar esperanças improváveis, me acalma estar preparada mentalmente para o que temais chance de acontecer, e o que tinha mas chance de acontecer era eu ter que assar a noite fora do bangalô e isso me assusta pois eu estava numa espécie de zona de periferia, não exatamente uma favela, mas seria como passar a noite aqui nas ruas do Centro. Mas esse é mais longe que consigo prever os desdobramentos, então entrego para Deus e sigo em frente e em paralelo com todas essas considerações, aliás, ambas as coisas iniciando ao mesmo tempo, eu percebo que eu ligeiramente arrasto munha perna direita. É muito sutil. Mas o alcance do quanto consigo jogar minha perna direita para frente para andar é tipo 3/4 do queco sigo jogar a esquerda, ou seja, dou um passo bem menor com a direita. Tem alguma coisa física causando isso. Não dói Vou ter que ir no médico ver o que é isso, eu penso.

E no que chego a essa conclusão, em paralelo cheguei a aquela conclusão so a maior chance ser de encontrar a cabana vazia e trancada e ter que passar a noite fora, caso isso ocorresse, eu já me preparando ara passar a noite em claro, seria mais seguro, não posso me arriscar a dormir, e assim tem sido minha existência, eu listo a situação e me preparo, e tem sempre uma lista primeiro focar em chegar no bangalô o mais rápido que der, depous focar em pegar minhas oisas o mais rápido que desse, cado a can ainda estivesse lá, mas já ir preparada mentalmente passar a noite sozinha ou dentro ou fora da cabana, se fora acordada, sendo queni dia seguinte teria que ter energia para voltar para a cidade pedir ajuda, sendo que minha caminhada está bem prejudicada por essa perna direita e nisso... começo a andar cada vez mais rápido, até quase voar, e nisso... mi ha mãe me ligou, me acordou e me tirou desse desgastante e tenso sonho.

NÃO CONSIGO PUXAR A PERNA DIREITA 

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