{1 de fevereiro de 2026}
Ontem foi um dia bem endemoniado. Bati o joelho na mesinha preta, quebrei o pote de herbvet, já tendo recentemente quebrado uma garrafa de vinho que simplesmente saltou para fora da geladeira, depois de tee focado lá por anos. Levantei 2 xixis de noite e um de manhã. Tive pesadelo e senti medo.
Tem certa chance dos dois sonhos serem partes do mesmo, mas não posso garantir. Quando estou nesse quarto que divido com minha mãe, que seria muito parecido com a planta do quarto dos meus pais na Gregório, sem chegar a ser, pois seria um quarto numa casa térrea desconhecida, eu, deitada na cama de solteiro, sendo que a cama também de solteiro da minha mãe estaria encostada na parede equivalente a parede dos armários no quarto da Gregório, já estou pensando na senhora idosa diabólica que já teria comparecido no sonho num momento anterior apagado, e penso que deveríamos contratar um vigia para ficar de segurança de noite, enquanto dormimos, pous vagamente a casa seria um lugar de acesso público, como um estabelecimento comercial. Mas disso não tenho super certeza. O que fica mais em destaque nesse segmento é que eu forjo o sonho. O pesadelo. Estou deitada alu no quarto escuro, meus pés na direção da porta, que teria exata a planta da Gregório mas a parede que tinha a tv e os armários lisa, sem recorte. A porta aberta é um recorte iluminado e wu penso:
- Imagina que apavorante se a senhorinha diabólica invadisse a casa.
Eu penso bem isso, um pessoa fazendo caretas para su mesma no espelho, como foi dito por alguém. Simplesmente eu estou me aterrorizando ali por conta própria. E nisso... o recorte da porta está ocupado pela silhueta da senhorinha diabólica. Ah, lembrei quem wla parece. A senhora bem tão idosa assim, meio gordota, de cabelo branco cacheado, óculos de armação quadrada grossa, que fica balançando o berço do filho do Demônio na cena final de O bebê de Rosemary, aí o Riman fala para a Rosemary ir cuidar do filho, pous a senhorinha gordota, acho que chana Mary Louise, é velha. Seria muito ela, mas mais demoníaca do ue no filme, no qual ela era humana.
No que vejo a silhueta, sei que é ela. Estou naquele estado quase totalmente adornecida no qual é difícil se mexer. Mas tenho que me mexer e salvar minha mãe, pois minha mãe é o alvo da diabólica, não sei como eu sei. Me agito nacama tentando acordar no sonho. Agora a senhorinha já está ao pé da minha cama, do lado esquerdo, olhando para minha mae adormecida. Consigo ver sua figura mais claramente. E finalmente, com muito esforço, consigo dizer o mais alto que consigo:
- Mãe! Mamãe! Mamãe!
Acordei de verdade escutando eu mesma dizer isso. Acho que realmente disse. Quando durmo de barriga para cima, algumas vezes ronco e eu escuto. Acho que disse essas palavras e me chama a atenção o fato de ter dito mamãe duas vezes, mais ou menos, sendo que se wu estava apenas tentando acordá-la, o natural setia dizer apenas mãe. O personagem daquele filme mega piegas do Resgate do Soldado Ryan morre chamando Mama. Chamar apenas Mom não era piegas o bastante para o Spielberg. De qualquer forma, a cena me marcou. Se wu não tivesse questões com minha mãe, não teria esse relacionamento forçado com ela. Que wu resolva. Vamos para a outra parte do sonho, que apesar de tudo deixou um rastro bom.
Acordei, tive medo de voltar a sonhar com a diabólica. Mas com ajuda de Nossa Senhora me acalmei.
Meio enrolado de descrever. Havia uma papelaria muito, muito descolada e rudo de bom, que no sonho eu identificava como uma da minha vida acordada. Houveram duas papelarias e meia que me marcaram na vida. A primeira era a top papelaria, que parecia aer essa do sonho, localizada em Pinheiros, tanto no sonho quanto na vida real, na qual e Lu foi trabalhar nas férias, acho sim que foi aceita por ter o padrão físico que a papelaria, assim como as lojas do shopping Iguatemi exigiam, de ser magra, loira e bonita, e por causa dela, mesmo eu sendo fora do padrão, sendo menos magra, morena e esquista, fui aceita também w por um mês acho, trabalhei lá e tenho uma vaga lembrança de que a Lu pediu demissão e a dona da papelaria, que era uma moça jovem e descolada, ficou me olhando com cara de: eu aceitei essa esquisita só por causa da irmã dela e agora a irmã dela me larga e eu tenho que ficar só com a esquisita. O nome dessa pauleira não era Papelão. Papelão era i nome da segunda papelaria da minha vida, a que tinha na Praça Panamericana, realmente muito legal mesmo.
Procurei no Google, achei que fosse La Papel o nome, mas essa era na Lapa.
E só completando, a duas e meia paoelaria da minha vida era a Papel Principal, que tunha ou no Eldorado ou no Villaobos, mas era mais séria,vde coisas funcionais. Comprei as 3 pastas excelentes que tive, grandes, duas pretas e uma cinza
Enquanto eu estava a vilta com rolos meuo mal resolvidos, essa papelaria, que tinha mais de uma unidade, eta a papelaria mais kegal pelo menos de São Paulo. Eu fucava indo para lá e para cá, resolvendo meus rolis e admirando essa papelaria e desejando que fosse minha. Não passa muito disso num primeiro momento e tem uma hora eu entro na unidade mais badalada, que seria a de Pinheiros, e enquanto estou a volta com umas toalhas de textura de gominhos quadrados, não chega a ser como a textura do tapetibho do meu banheiro, mas quase, umas três toalhas de banho mais uma de rosto, em azul claro, e eu tinha colocado na bacia de alumínio grande com água e sabão mas acho que por acaso entrou um pouco de cândida, pois as toalhas começaram a apresentar pequenas desbotacoes, e eu ando para lá e para cá carregando essa bacia e estou dentro dessa paoelaria e eles fizeram um decoração, não